Ajuste as coberturas à idade do carro
O erro mais caro: manter danos próprios num carro que já não o justifica. A partir de certa antiguidade, o valor venal do carro faz com que um seguro contra todos os riscos quase não compense; passar para terceiros alargado (com roubo, vidros e incêndio) costuma cortar muito o prémio sem o deixar desprotegido.
O inverso também: num carro novo ou financiado, retirar os danos próprios para poupar uns euros pode sair caríssimo.
Jogue com a franquia
Um seguro de danos próprios com franquia pode custar bastante menos do que sem ela. Se é bom condutor e tem folga para assumir pequenos toques, a franquia é um desconto que paga a si próprio.
Declare a realidade (é do seu interesse)
Condutor habitual real, código postal real, quilómetros reais e onde dorme o carro. Uma garagem fechada e poucos quilómetros baixam o prémio; mentir na declaração pode anular coberturas precisamente quando precisa delas.
Se há um condutor jovem em casa, declare-o como ocasional: custa um pouco mais agora, mas gera-lhe antiguidade de seguro que baixará o prémio dele no dia em que se tornar independente.
Pague anualmente e agrupe apólices
O pagamento fracionado (mensal ou trimestral) tem agravamento em quase todas as companhias. Pagar a anuidade de uma só vez é um desconto imediato.
Agrupar automóvel, habitação e vida com o mesmo mediador abre descontos de carteira e, sobretudo, dá-lhe uma visão global para eliminar coberturas duplicadas entre apólices.
Compare todos os anos — ou deixe que o façamos nós
As companhias premeiam o cliente novo e sobem pouco a pouco ao antigo. Comparar a sua apólice todos os anos no vencimento é o truque que mais poupa de todos — e é precisamente o trabalho de uma corretora: fazemo-lo por si, gratuitamente, entre mais de 20 companhias.